quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Você tá na festa.

      Eu tô tentando fazer tudo certo pra você. Várias coisas que você fala ficam ecoando na minha cabeça. Você falou algo sobre como eu posso te contar quem eu sou daqui há uns 29 anos. Achei engraçado. Eu já havia pensado sobre só nos entendermos daqui há muito tempo. Estranho isso de eu ter que ficar me escondendo. Nunca fui disso, gosto de dar a cara a tapa. Por que eu não consigui com você? 
      Sabe, eu sou observadora, e vou conseguir te ler assim que eu tiver as informações necessárias, mas tá difícil, meu óclinhos.. 
      Você saiu pra dançar, né?! Você e sua garota - que não sou eu porque eu estou em casa digitando um texto que você provavelmente nunca irá ler. Eu queria poder falar mais abertamente com você, mas eu não quero te invadir mais do que já estou invadindo. Aliás, mesmo que eu não esteja te entregando nenhuma dessas palavras, eu queria me desculpar por toda essa bagunça. Me perdoa. Eu só quero fazer você feliz, e, caso você já esteja feliz, saiba que eu tenho bom senso e sei a hora de tirar meu time de campo. Mas eu sinto seu coração tão aberto pra mim.. Você sabe que eu quero entrar e que isso que eu não sei explicar, é coisa de alma. Te digo que não sei se é amor. Pra mim é algo muito antigo que tem a ver com pertencimento. Talvez só da minha parte mesmo, eu não posso falar por você. 
     Queria te dizer que eu vejo e sinto seu coração, que eu sei que é brega demais, mas toda vez que eu te encontro, você invade minha alma e nem sequer tem noção disso. 
     Será que um dia eu vou te levar café na cama, te dar um beijo de bom dia e te dizer que seu sorriso ainda é minha inspiração de cada dia?

Com amor,
Eu.

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